domingo, 24 de julho de 2011

"Ela nem ligou pro patrão, deixou o véio na mão e foi pra rua espairecer, buscar uma solução pros problemas que ela tinha, deu giro na cidade quando decidiu me ver, bateu no meu portão com lagrimas no rosto, quase que sinto o gosto quando lembro dela assim, me abraçou num gesto desesperado, saudade mútua ela se entregou pra mim. E disse que não tá bem, fez meu olho brilhar dizendo que tá foda em casa e que os problema tão demais, capaz de se jogar no mundão sem noção nenhuma do que pensa ou faz e eu disse então meu bem. Você sabe que eu sempre te quis, que bom que veio me procurar, se quiser desabafar fica avontade mas com toda essa saudade eu nem vou te deixar falar."

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